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Mural de azulejos em Cabo Frio

No bairro da Passagem em Cabo Frio foi criado um mural com algumas dezenas de azulejos em uma parede chamada de Mural de Artistas Contemporâneos e JC Gomes foi um dos homenageados, tendo sua foto e de seu livro, Erick & Rouse afixado neste muro de azulejos, acompanhado de vários colegas da arte.

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Moção de louvor pela Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro

Moção de Louvor   

A câmara municipal do Rio de Janeiro no dia 02 de abril de 2018, registra em seus anais esta moção de louvor e aplausos a JC Gomes como forma de reconhecimento por sua força, dedicação e perseverança.

As pessoas são iguais perante a lei segundo a Carta Magna, porém, existem seres humanos que realmente fazem a diferença e se tornam cidadãos imprescindíveis a sociedade, aos grupos de amigos e a suas famílias. Trata-se das pessoas que tornam a vida possível, em busca de melhorias, como justiça social e igualdade de oportunidades, além da caridade que é movida pelo sentimento nobre da compaixão.

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Paixão a Primeira Vista

Paixão a Primeira Vista   

Este livro conta a história de um jovem escritor que conhece uma linda jovem durante um sarau de lançamento de um romance de sua autoria, e se apaixonam quando se vêem e percebem que encontraram o que tanto desejavam, um amor de verdade, dai por diante, suas vidas jamais foram como antes. Paixão a Primeira Vista é uma empolgante história de amor genuíno.

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O Prisioneiro do Espaço-Tempo

O Prisioneiro do Espaço-tempo  

Conta a história de um homem que viaja para a Amazônia e quando volta havia se passado 77 anos e muitas coisas tinham mudado, de sua família só restavam seus netos, todos os familiares e amigos já tinham falecidos, o mundo teria sofrido com guerras e inversão magnética e novos pensamentos e mudanças tiveram de ser implantadas, as mentiras do sistema podre, haviam caído por terra e uma nova realidade estava sendo vividas no ano de 2099, e ele tinha ficado como O Prisioneiro do Espaço/Tempo.

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Poesias do Fundo da Alma vol.3

Poesias do Fundo da Alma vol.3 

Poesias para todas as idades, poesias que acalmam a alma, reflexões para a vida em forma de poesias. 
30 poemas nascidos do fundo da alma para fazer a diferença em sua vida.
O livro Poesias do fundo da Alma, surgiu em um momento em que o autor se perguntava, qual o sentido da vida? 
Estava passando por momentos de muitas dificuldades e muita tribulação em seus sentimentos, então resolveu escrever poemas para aliviar sua alma.
 Foi como surgiu seu primeiro poema intitulado Ilusão do Dia (que está no vol. 01). Em que ele concluiu que por meio da poesia é possível eternizar os acontecimentos de um dia de vida.
Concluiu então que a poesia serve para resgatar o equilíbrio entre a razão e a emoção.
Com essa obra literária você poderá refletir sobre a vida e se emocionar com as belas poesias do fundo da Alma.

 

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Lançamento do 1° livro de JC Gomes

Lançamento de Memórias de Uma vida.

 

Meu livro sendo apresentado para os convidados

Momento único, assinando autógrafos, nunca pensado antes que isso seria possível, mas estava acontecendo, assinando como escritor.

fotos com Fãs admiradores

Recepcionando os convidados

Palestrando para o público, primeira palestra como escritor.

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O Menino que Tornou-se Escritor

O Menino que Tornou-se Escritor

Quem Perdoa dívidas, está fadado ao fracasso

Como viver a vida plenamente

Prefácio

Carlos lima, sempre foi um indivíduo que nunca se conformou com o sistema de coisas, ele tem em mente que a vida é para ser vivida de acordo com o momento e não algo programado, pois a própria vida é uma caixa de surpresa, e quem programa o que não conhece se baseando em prognósticos ou planejamentos, pode perder o melhor dessa vida, e pensando assim, nunca firmou seus passos em algo projetado, deixava o dia acontecer e começava a agir, claro que nem sempre é agradável, os que planejam o futuro, sempre tem a expectativa de que vai ter um futuro garantido, mas o futuro a Deus pertence.

Ele sempre foi um sonhador, parece que não tinha os pés no chão, mas na verdade, como não tinha condições de preparar um futuro, pois era muito pobre e não vinha de família rica, com formações intelectuais e nem de tradição, o único jeito foi se jogar de corpo e alma no dia a dia, tentando se manter vivo, e fazendo assim, viu que conseguia sobressair e levou isso para seu futuro, pois como não tinha nenhuma garantia que estaria vivo no dia seguinte por várias razões, percebeu que essa forma de vida era tudo o que possuía.

E assim, mesmo usando esse método, percebeu que não era para todos que funcionava, e pensando nisso lutou para dar um futuro um pouco mais garantido aos seus filhos, pois a vida pra ele foi muito dura e não queria isso para seus filhos, mesmo não conseguindo fortunas, pois não se apegava a bens, procurou preservar ao menos imóveis para que eles não pagassem aluguel, o que facilitaria muito as suas vidas, e assim iriam mais longe que ele.

Hoje como escritor se chama JC Gomes e escreve todos os dias e até o momento em que estou escrevendo esse prefácio, ele já publicou em formato digital, 18 livros com este e participa de 9 coletâneas, tem um livro Amor sem Limites, que vai se tornar filme e ainda está escrevendo a biografia de um famoso cantor, Patrick Dimon grego naturalizado brasileiro, com sua música sendo tema de novela da globo, já recebeu homenagens na internet e até em jornais, participou por duas vezes até o momento da Bienal do Rio 2023 e da Flim de Mambucaba em Angra dos Reis. Até aqui fez o que seu coração desejou

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Homenagem da Literarte

Mural de Artistas Contemporâneos

2021 a Literarte nos homenageia com participação no Mural de artistas contemporâneos que consiste em um muro de azulejos na praça da passagem com a nossa foto e a foto de um livro de nossa autoria, com uma pequena biografia que tem como propósito ser um marco artístico para a cidade no bairro da Passagem em Cabo Frio.

Núcleo Acadêmico de Letras e Artes de Portugal 

No ano de 2022 A Literarte me convidou para fazer parte da NALAP (Núcleo Acadêmico de Letras e Artes de Portugal), onde passei a ser New acadêmico.

 

Artista Destaque de 2023

No ano de 2023 também uma iniciativa da Literarte Recebi o premio Artista Destaque de 2023 com um outdoor digital na cidade de Buzios durante uma semana mostrando os participantes da homenagem.

Recebemos essa homenagem em uma linda cerimônia com a entrega de um azulejo comemorativo que nos foi entregue por sua presidente idealizadora Isabelle Waladares e com a presença de Lucas Madureira repórter do Bom Dia Rio que nos concedeu a honra de fazer o encerramento do programa no cais de desembarque do barco Scuna que nos levou para um passeio na orla das praias de Búzios.

Nesta foto o momento em que fizemos o encerramento do Bom Dia Rio da TV Globo, no circulo JC Gomes.

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O que é um nome? Tradução e transliteração

O que é um nome? Tradução e transliteração

Um nome é um conjunto de sons, ou fonemas, os quais pronunciamos. Estes sons, ou fonemas podem ser representados graficamente por diferentes caracteres, dependendo do idioma em que os representemos, desde que tais sons ou fonemas não sofram alteração de um idioma para outro. O processo de transpor som a som de um idioma para outro chama-se transliteração. Como nomes próprios não possuem tradução, o correto a se fazer é transliterá-los, e não traduzi-los.

Os dicionários procuram sempre apresentar o máximo de palavras que existam em um determinado idioma, e muitos dicionários apresentam as traduções dessas palavras para outro idioma. Contudo, nenhum dicionário apresenta nomes próprios, e muito menos traduções de nomes próprios, simplesmente pelo fato de que nomes próprios não são traduzíveis, mas apenas transliteráveis. A escrita é somente uma representação gráfica de sons, de modo que palavras possam ser representadas para serem registradas e lidas.

Se tomarmos duas palavras, uma em português e outra em inglês, como exemplo, veremos que em inglês a palavra “house” significa, em português, “casa”. Assim, a palavra “casa” em português é a tradução da palavra “house” em inglês. Se uma pessoa não conhecer o idioma inglês, com esta informação ela saberá apenas como se escreve a palavra “house”, mas não saberá como tal palavra deve ser pronunciada.

Agora representemos os sons da palavra “house” com escrita da língua portuguesa, assim: “ráuse”. Assim, a escrita “ráuse” é a transliteração da palavra, e não sua tradução. Nomes próprios não possuem tradução como as demais palavras, e nem constam dos dicionários; eles podem apenas ser transliterados, de modo a que saibamos como é sua pronúncia original.

Transliteração literal e transliteração fonética.

Chamamos transliteração literal a simples substituição de letras de um idioma para as letras correspondentes no outro idioma, e isso somente se aplica aos idiomas que possuem caracteres de formas diferentes entre si, como é o caso do hebraico e do português.

Isso certamente não se aplicaria a idiomas que possuem os mesmos tipos de caracteres, como é o caso do português e do inglês. A transliteração literal nem sempre atende à necessidade do leitor com relação a saber a pronúncia correta da palavra, uma vez que a simples substituição de letras pelas correspondentes pode não evidenciar a pronúncia original da palavra.

A transliteração fonética é a que mais auxilia o leitor quanto à forma correta de pronunciar a palavra, uma vez que ela estará escrita de forma ao leitor pronuncia-la diretamente pela simples leitura.

Essa forma de transliteração é a representação escrita de cada som da palavra original, no idioma de destino. Representar um som utilizando as letras de um idioma nem sempre é simples, e às vezes nem é possível, pois o conjunto de caracteres do idioma de destino pode não possuir nenhuma letra que possua um determinado som.

Esse é o caso, por exemplo, da letra “J”, cujo som não pode ser representado por nenhuma letra do idioma hebraico, uma vez que nenhuma letra hebraica possui o som de “J”. Do mesmo modo, a letra “J” nunca será utilizada para transliterações fonéticas do hebraico para o português, uma vez que não existe nenhuma palavra hebraica com o som da letra “J”.

Considerações sobre identificação

“Identificação refere-se a um ou mais meios de se caracterizar ou selecionar um único objeto dentre muitos existentes”. Quando falamos “objeto” não estamos nos referindo a uma peça física, no sentido em que a palavra é comumente usada, mas tratamos aqui do “objeto de identificação”, que pode se tratar de um produto, localidade, veículo, animal, seres humanos ou seres espirituais. São os objetos de identificação.

Em se tratando de seres humanos, existem hoje sobre a face da terra alguns bilhões deste tipo de “objeto de identificação”. Cada um deles é único e cada um deles precisa ser caracterizado com exclusividade dentre todos os demais. Esta caracterização de um único ser humano que o seleciona dentre todos os demais é um processo de identificação.

O processo de identificação humana vem sofrendo progressos consideráveis ao longo dos tempos com o avanço da ciência e de processos de caracterização exclusiva. É realmente curioso pensarmos que há bem pouco tempo atrás, pouco mais de um século, nada se conhecia sobre as características exclusivas das impressões digitais como processo de identificação. Hoje em dia dispomos não só das técnicas de datiloscopia, mas também de mapeamento de retina, análise espectrográfica de voz, exame de DNA e, mais recentemente, análise termográfica da face, como processos de identificação.

Entretanto, se nos voltarmos para um par de séculos atrás, nenhum outro processo de identificação havia senão a própria aparência física da pessoa, seu rosto, estatura, etc. Desde o princípio, mesmo quando todas estas técnicas eram desconhecidas, o Criador, com sua sabedoria, colocou em cada ser humano, embora todos dentro de uma única espécie, características de identificação bastante exclusivas.

Primeiramente o rosto (mesmo entre gêmeos univitelinos há diferença), depois o corpo, a estatura, depois a variedade de cores de pele, depois a variedade de cores de olhos, a variedade de tipos e cores de cabelos, depois as impressões digitais, os mapas de retinas e finalmente o exame de DNA.

Ainda não descobrimos o que mais o Criador colocou como característica exclusiva em cada ser humano que talvez os cientistas ainda venham a descobrir. O Criador, fora de qualquer dúvida, se dedicou bastante ao assunto “identificação”.

Só podemos considerar como características positivas de identificação de um “objeto de identificação”, aquelas que sejam características permanentes, imutáveis. Aspectos variáveis, que possam sofrer alteração ao longo do tempo, não são características de identificação positiva, por óbvias razões. Assim, aspectos comportamentais, personalidade, habilidades pessoais, conhecimento e outras semelhantes, podem apenas servir como auxiliares de identificação e por um período de tempo bem pequeno.

Nos parece que o problema de identificação humana vem sendo resolvido bastante bem pela ciência humana, pelos órgãos governamentais de cada país quanto à sua implementação, e pelas polícias nacionais e internacionais. Contudo, nosso maior interesse aqui não está voltado para a identificação humana, pois sobre isso já há quem cuide com bastante exatidão. Nosso maior interesse (que deveria ser interesse de todos) está na identificação de seres espirituais invisíveis

Considerações sobre identificação de seres espirituais

Seres espirituais são, para nós que vivemos, no mundo material, invisíveis. Esta talvez seja a maior dificuldade para as pessoas crerem que eles são reais, pois estão não só acostumadas aos processos de identificação visual e tátil, como desconhecem totalmente a identificação espiritual e a sua realidade. Muitas pessoas preferem ignorar a existência de seres espirituais, invisíveis aos nossos olhos, e nem sequer cogitam sobre sua existência. Mas, no momento, a questão é a identificação dos seres espirituais, partindo do fato de que são reais. E as escrituras nos ensinam que eles são bastante reais.

Seres espirituais, para nós que nos encontramos em matéria, não têm rosto, não têm estatura, não têm impressões digitais, não têm mapa de retina, nem tampouco DNA. Teria o Criador deixado os seres espirituais fora de possibilidade de identificação, tendo ele se ocupado diligentemente em identificar cada ser humano? Certamente que não. A identificação é assunto tão importante que o Criador convidou o primeiro ser humano para participar do processo de identificação de cada espécie animal que ele havia recentemente criado. E ele disse que como o homem as chamasse, assim seriam chamadas. As Sagradas Escrituras nos mostram que o Criador chama cada corpo celeste pelo próprio nome, obviamente porque os identifica.

As Sagradas Escrituras nos mostram com grande clareza que no reino espiritual, acima do firmamento, invisível aos nossos olhos, contudo real na sua totalidade, a forma de identificação exclusiva é o NOME de cada ser espiritual. Nenhuma outra forma é encontrada nas Sagradas Escrituras pela qual um ser espiritual possa ser identificado por nós. Não nos cabe conjecturar agora se os seres espirituais possuem qualquer outra forma de identificação entre eles, acima do firmamento, como aparência, cor, tamanho, brilho, ou qualquer outra coisa que nem consigamos imaginar. O fato é, que para nós, enquanto habitando este mundo terreno e material, não temos percepção do mundo espiritual por nenhum de nossos sentidos, portanto, não podemos perceber nenhuma característica de identificação de seres espirituais, a não ser o único revelado nas Sagradas Escrituras: OS NOMES.

O Criador convidou o primeiro homem a dar nomes aos animais que ele havia criado. O Criador chama cada corpo celeste pelo seu nome. O Criador mudou o nome de diversas pessoas, conforme revelado nas Sagradas Escrituras. O Messias mudou o nome de um de seus discípulos. O nome do precursor do Messias não foi escolhido por seus pais, mas por instrução do ser espiritual Gaborul (mudado para ‘Gabriel’), o qual foi enviado ao seu pai, que na época era o sumo-sacerdote. O Nome do Messias também não foi escolhido por homem nem mulher. Foi informado diretamente por um ser espiritual à sua mãe e ao marido de sua mãe.

O próprio Criador, ao qual as Sagradas Escrituras neo testamentárias se referem como o Pai, do qual o Messias é o Filho Unigênito, possui um Nome, o qual foi revelado aos homens e determinado que “…assim serei lembrado de geração a geração”. Êxodo 3:15. Não existe, escrituralmente falando, nenhuma outra forma de identificação do Criador, nem tampouco de seu Filho, a não ser os seus Nomes.

As identificações erradas

Pode nos custar caro uma identificação errada? Sim. Pode nos sair muito caro. Imaginemos, em primeiro lugar, no plano material, o que pode acontecer devido a uma identificação errada. A lista é interminável de prejuízos possíveis. Pessoas podem ser (e são) condenadas à morte, inocentemente, no lugar do verdadeiro assassino; pessoas podem ser lesadas em suas contas bancárias por outras que se fazem passar por elas; pessoas são lesadas diariamente em seus cartões de crédito por outros que os usam sem serem devidamente identificados; talões de cheques são roubados e a assinatura é falsificada para que o banco identifique erradamente o emissor do cheque; carros são roubados e a numeração é adulterada para criar uma nova identificação para o veículo.

Hoje em dia, em termos de falsificações e violações, as técnicas evoluíram a ponto de até roubarem impressões digitais e mapas de retina para fazer com que uma pessoa possa passar por outra. O triste disso é que não é mais ficção cinematográfica como há alguns anos atrás. É real hoje.

O que dizer dos prejuízos de se identificar erroneamente seres espirituais? Como as Sagradas Escrituras associam com clareza as coisas mais importantes de nossa vida a uma perfeita identificação de seres espirituais, pode-se avaliar rapidamente os enormes prejuízos provenientes de uma identificação errônea.

Como já falamos antes, de forma escritural a identificação é feita pelo nome, e nada mais. Portanto não é difícil entender que o uso indevido de nomes acarreta diretamente a identificação errada de seres espirituais, com seu consequente prejuízo. É por meio de adulteração ou substituição de nomes que impostores passam a ocupar o lugar dos verdadeiros. Quando se muda um nome, se muda a pessoa, porque um nome se refere a um ser espiritual, mas outro nome se refere a outro ser espiritual. Lembre-se sempre deste importante conceito, porque ele será necessário ao entendimento de muitos ensinamentos que se seguirão.

No livro de Êxodo, segundo livro das Sagradas Escrituras, de autoria de Mehushúa (‘Moisés’), nós o vemos recebendo do Criador a incumbência de ir falar com o faraó do Egito para libertar o povo dele que lá estava cativo há mais de quatrocentos anos. Mehushúa não possuía, naquela época, nem filmadoras, nem câmeras fotográficas, nem gravador de som, nem nenhuma outra forma de mostrar ao faraó e ao povo judaico quem o havia enviado para falar com eles. O Criador não lhe entregou uma procuração em papel assinada e com firma reconhecida, nem tampouco lhe entregou sua carteira de identidade, nem nenhuma outra coisa que pudesse lhe servir de identificação. A única identificação que o Criador deu a Mehushúa (‘Moisés’) foi o seu Nome. “Qual é o Teu Nome, para que eu diga aos filhos de Yaoshorul”, perguntou Mehushúa.

Texto extraído do estudo do site YAOHUSHUA o Caminho, YAOHUSHUA a Verdade, YAOHUSHUA a Vida (antares.com.br)

 

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Resenha do Livro- Nosso Amor Proibido

Resenha do Livro- Nosso Amor Proibido

Apresentação

Esta é uma história emocionante que cativará os leitores do início ao fim. Com personagens complexos e uma trama repleta de paixão, riscos e sacrifícios, o livro convida o leitor a mergulhar em um universo onde o amor é o protagonista e onde as barreiras sociais são desafiadas.

Nesta apaixonante história, acompanhe a intensa relação de dois jovens amantes destinados a enfrentar obstáculos inimagináveis para viver seu amor proibido.

O desfecho dessa trama eletrizante trará emoções à flor da pele. Os leitores serão conduzidos por um turbilhão de sentimentos, com reviravoltas surpreendentes que manterá a tensão até a última página. O amor de Maria e Pedro será colocado à prova de uma forma que ninguém poderia imaginar.

No final, caberá aos protagonistas decidir o que era mais importante: a segurança e o convívio social ou a busca pela felicidade ao lado da pessoa amada. Suas escolhas moldariam o destino e mostrariam ao mundo que, quando se trata de amor, não existem limites ou proibições que possam impedir duas almas apaixonadas de ficarem juntas.

Prepare-se para uma jornada arrebatadora, cheia de emoções.

A vida deles se tornou um constante jogo de esconde-esconde, onde cada olhar furtivo e cada toque eram vividos como se fossem os últimos. As ruas escuras se tornaram seus cúmplices, enquanto eles se encontravam em locais secretos, longe dos olhos curiosos.

A cada encontro clandestino, Maria e Pedro viviam uma montanha-russa de emoções. A alegria de estarem juntos era acompanhada pelo medo constante de serem descobertos. Eles sabiam que o menor descuido poderia colocar tudo a perder.

A trama se complicava ainda mais quando uma rivalidade antiga ressurgia das sombras, ameaçando a frágil paz que eles haviam construído. Pedro se via envolvido em uma teia de perigos, enquanto Maria lutava para protegê-lo e manter o seu amor a salvo.

A vida deles estava em constante perigo, mas a coragem e a determinação de Maria e Pedro só cresciam. Eles enfrentavam o mundo juntos, dispostos a desafiar todas as expectativas e provar que o amor verdadeiro é capaz de vencer qualquer barreira.

A cidade se tornou o cenário de um jogo perigoso, onde segredos e traições se entrelaçavam. Maria e Pedro descobrem que família era tudo e só neles  podiam confiar, e um no outro. Eles eram sua fortaleza em meio ao caos, o porto seguro onde encontravam forças para continuar lutando.

Assim começa essa incrível história de amor.

Maria era uma jovem de 17 anos, de família tradicional da cidade. Seus pais eram naturais da terra e sabe como é, conhecidos de todos, aquele tipo de família que precisava dar satisfação de suas vidas todos os dias à sociedade local através de seus comportamentos, todos os tinham por família íntegra e honrada.

Maria não ligava muito para essas formalidades de famílias tradicionais, mas por amor a seus pais procurava fazer conforme eles acreditavam que era o certo. Era conhecida como uma princesa, protegida por seus pais e por todos que a conheciam, daquelas que todos gostariam de ser pai ou mãe ou irmã, dada a sua forma carinhosa de lidar com todos sem fazer acepção de ninguém.

A família de Pedro

Havia na cidade uma família humilde que viviam bem na periferia, próximo a um lindo rio que circundava a cidade, não se podia dizer que era uma família modelo, pois constantemente ouvia-se falar das bebedeiras do sr Marcos o chefe da família, que assim como todos os mais humildes, passavam por dificuldades.

Sua esposa Dorinha, era uma mulher simples, mas muito dedicada a família, composta por ela, marido e três filhos, sendo uma menina e dois meninos, a moça tinha 20 anos chamava-se Glória, tinha um rapaz do meio que se chamava Pedro e o mais novo, o caçula da família era o Carlos.

Pedro, era um jovem rebelde, que não se conformava com a vida medíocre que seu pai proporcionava a sua família, chegava a odiá-lo em alguns momentos, por gastar tudo na bebida e deixar eles passando dificuldades em sua casa, sua mãe constantemente chorava às escondidas por causa da situação difícil que viviam.

Conheçam mais dessa linda história de amor proibido.

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