O Criador e suas criações
Este livro surgiu, depois que o autor se achou em meio a muitos questionamentos sobre o cristianismo que lhe foi apresentado, e depois de pesquisar em várias fontes, chegou a conclusão que também era capaz de interpretar por si só as histórias contadas na Bíblia, sem precisar ser induzido ao erro ou acerto por líderes religiosos, e assim começou a escrever o que entendia, e se surpreendeu quando percebeu que qualquer um poderia ter escrito o que está escrito atualmente, pois muita coisa parece fábula, e confessa que a bíblia é de suma importância para se entender as coisas de Deus, mas precisamos consultar uma fonte confiável como as escrituras hebraicas arcaicas.
Mesmo com muitas falhas infantis nas traduções, continuava crendo na veracidade de quase toda a bíblia, e comparando com outros livros como o livro de Enoque ou o livro de Jasar, e até mesmo com as escrituras hebraicas, percebeu que muita coisa foi alterada propositalmente, talvez para agradar algum grupo interessado.
Mas no montante, é um livro confiável, mesmo com questionamentos, claro que precisou criar sua própria história para encaixar nessa história milenar, sem com isso deixar de alertar que sua parte é somente fábula criada pelo autor.
Mas o que importa mesmo é a quantidade de coisas que não nos contaram, como por exemplo, sabia que Moisés foi rei na cidade de Cush. que foi casado com Adonia e nunca tocou nela por ser pagã, conseguindo assim anular o casamento.
Este livro não se destina a provar nada, pois tudo o que está escrito aqui se baseia em pesquisas sobre assuntos que outros homens escreveram, até mesmo porque as escrituras não estão mais no original, já sofreram alterações que mudaram o entendimento, o autor inclusive cria de sua própria imaginação algumas narrações vindas de si mesmo, ou seja, fantasias de um escritor de ficção, mas que deixa no ar a intenção de buscar por si mesmo através da palavra e do Espírito de Deus uma interpretação plausível para o que está escrito.
Uma história cativante
Depois de fazer muitas pesquisas e ler muitos livros como o livro de Jasar, (livro dos justos), ou o livro de Enoque, considerado apócrifo pelo cânon católico, e também várias versões da Bíblia Cristã, além de parte da escritura hebraica arcaica, não me tornei expert, afinal é muito difícil compreender tudo em sua essência, e também por eu ter muita dificuldade em reter o que leio, (por isso mesmo escrevo) cheguei a conclusão de que o pensamento humano, é livre para que todos possam desenvolver suas próprias dúvidas em relação a qualquer assunto, e em relação ao que está escrito sem palavras na Bíblia, ou Escrituras Sagradas, é o que chamamos de entrelinhas, ou seja o que você não lê, mas entende, e interpreta do seu jeito, ao menos é o que tenho visto no meio evangélico, cada denominação tem uma doutrina baseada no entendimento do fundador da mesma, criando assim, uma nova denominação.
Podemos deixar nosso coração e mente trabalhar a nossa imaginação, desde que isso não venha a modificar o que está escrito literalmente, pois interpretação por interpretação, cada um pode interpretar da forma que bem quiser, afinal o Espírito é o mesmo, tanto para um pastor, um rabino, um padre ou como para um simples adorador, (isso metaforicamente falando, pois nenhum adorador é um simples adorador), ou seja, isso é livre arbitrio, ou livre para decidir.
A parte inicial da história que se segue, não está na Bíblia, ou nas Escrituras Sagradas, pois para quem não sabe, a bíblia é um conjunto de livros, o que pode ser o conjunto de qualquer livro.
Mas, escrituras sagradas, são livros deixados pelo Eterno e soberano Criador para orientação de seu povo, mas mesmo parte destas palavras sendo uma fantasia criada pelo autor, ninguém pode afirmar que não pode ser assim, afinal não existe um testemunho ocular da Criação, o que existe são especulações sem provas reais, apenas fé, sempre com controvérsias, e nenhum detalhamento da história feito pelo Criador. Pois o Criador, só apresentou a finalização da criação, o que aconteceu durante a preparação de tudo o que existiu, não nos foi falado, é como o corte de uma fita inaugural, antes os tapumes não deixava a mostra a obra, só na inauguração foi mostrado tudo já pronto.
Um escritor tem sua forma de ver um acontecimento, e não quer dizer com isso, que seja mentira, podem até dizer que é fruto de sua imaginação, a Bíblia chama de fábula, o que todo homem é livre para fazer, e responsável para assumir, assim como não tem prova de veracidade, também não tem de ser considerado mentira, pode até ser fantasiosa, mas é somente a forma imaginativa do autor encontrar respostas para suas indagações a respeito dos acontecimentos, que se chama de mistérios de “Yaohuh”, esta palavra que está entre aspas, é o verdadeiro nome do que se chama Deus, que significa o nome do Soberano Criador, e vou usá-las daqui pra frente com frequência.
Estas escritas, ou estes livros, que consideram apócrifos, muitas vezes pode servir para que se reflitam a respeito, e este é o propósito do autor, que usou como base, a própria Bíblia do mundo, e livros auxiliares como o livro de Enoque e Jasar, considerado o livro dos justos, além de parte das escrituras Hebraicas como já foi dito antes.
No princípio ele era o verbo, (a voz de Yaohuh Ul, a qual tudo se fez), e sendo sua voz, estava com Yaohuh Ul (em forma de verbo), e consequentemente ele (o verbo) era também “Ulhim”, (pois fazia parte de Yaohuh Ul, e o verbo se fez carne e habitou entre nós.
Yaohukhanam (João) 1;14a veio para ser a luz do mundo.
À muito tempo atrás (pura imaginação do autor)
Em um universo muito distante, além do infinito onde “nasceu” as estrelas, onde nenhum olho jamais viu, ou a imaginação humana poderia sonhar, em meio às trevas do universo infinito, onde a beleza e o bem sucumbiriam rapidamente, neste lugar que é impossível saber de onde vem um ataque fatal das trevas, de inimigos impossíveis de descrever, pois suas formas seriam indescritíveis, mas em meio a tanta diversidade de horrores, pois se o mal não é belo, com certeza é feio, e se é feio a ponto de viver nas trevas, pode-se dizer que está entre os horrores, e não se comporta como os da luz.
Mesmo assim neste lugar, existe um reino eterno, um reino de luz onde o Rei governa com amor, justiça e equidade, e que acima de tudo ele é o próprio Criador de seu reino, lá não existe princípio e nem fim das coisas, onde a maldade e a iniquidade jamais poderia subsistir, nem seus próprios nomes, e se lá não existe mal, significa que o mal existe ou pode existir em outro ambiente, pois o mal, “se existe”, esse lugar é contrário ao lugar onde o bem existe, e se o bem existe na luz, logicamente o mal existe onde não há luz, quer dizer, nas trevas.
Apesar de as trevas terem sido criadas também pelo mesmo Criador da luz, ele separou as trevas e a manteve intocável, um lugar onde o que não era bom passaria a viver, pois quando a terra foi criada, a cada dia o Criador dizia que era bom.
Mas o que importa é que este é reino de luz, onde ficam as coisas “boas”, e a luz resplandece do próprio Criador, ele é a fonte de toda luz, um reino onde todos foram criados com pureza de coração, e sendo assim não havia do que se preocupar, pois as trevas jamais poderia existir ali, considerando que a luz dissipa toda treva, ou seja, a luz é mais poderosa que as trevas.
Mas o Criador deixou um limite entre as trevas e a luz, e colocou sua primeira criatura, Lúcifer, responsável por manter as trevas separado da luz, pois a luz era a sua própria glória.
E havia no reino do Eterno um povo de luz, povo angelical, formado por seres celestiais, mas sujeitos ao Eterno, eram seus servos, (criados para lhe servir), e havia entre eles, um querubim, que fora criado primeiro, seu nome era Lúcifer, ele fora criado justamente para cuidar do louvor e da glória do Eterno, que era o seu Criador.
Por ser alguém incumbido de cuidar do que era de maior importância em todo o reino, ou seja, a glória do Eterno, que refletia a luz para todos do reino, e do louvor que cuidava da adoração ao Soberano Criador, ele, Lúcifer, também recebeu maior parte de tudo o que o Eterno criara, e passou a ser o primeiro na hierarquia dos anjos do reino.
Recebeu maior beleza, recebeu maior poder, recebeu maior autoridade, recebeu maior humildade, maior sabedoria, recebeu maior respeito e obediência dos outros, haja visto que o Eterno Soberano o incumbiu de liderar todos os anjos que faziam parte das milícias celestiais.
Havia também no reino, o segundo, o terceiro, o quarto e assim por diante, como todo reino, havia uma hierarquia que se incumbia de manter o equilíbrio entre as partes para que tudo se tornasse um, e funcionasse de acordo com a vontade do Eterno, o Criador.
Entre os líderes do reino tinha um que era encarregado do exército de milícias de anjos guerreiros, seu nome era Miguel, que foi o primeiro arcanjo a ser criado, que era uma categoria superior de anjo, e era o general dos milicianos celestiais, um guerreiro, e assim como Lúcifer, era diretamente subjugado ao Eterno, seu Criador, pois a glória do reino do Eterno era guardada por Lúcifer, mas a guarda do reino pelo Arcanjo Miguel e seu exército.
E todos sempre se prostravam diante deles, com admiração e respeito por aqueles que foram escolhidos para guardarem a Glória de seu Criador, e a segurança de seu Reino, assim todos se prostravam diante do Eterno, inclusive Lúcifer, que era o mais próximo do Eterno Criador, era quem liderava os querubins e serafins para a glorificação do Soberano.
No momento em que Gabriel o mensageiro, adentrava na ante sala do trono e conduzia todos aqueles líderes que traziam petições dos outros anjos até o Eterno, a função do Anjo Gabriel, era de suma importância para o pleno funcionamento do reino, pois era o principal mensageiro do Reino.
Este chamado Gabriel, o anjo mensageiro, que era quem levava as petições de todos os moradores do reino celestial, para que fosse colocado diante do Eterno os assuntos do reino.
Havia os querubins, que eram guardas, que estavam sempre diante do Eterno junto de Lúcifer, guardando a Glória do Criador, possuíam espadas de fogo, que se revolvia, espalhando chamas de fogo, sempre que alguém se aproximava do trono do Eterno, inclusive Lúcifer.
Assim como os Serafins que eram anjos especiais, com seis asas, diferente dos outros que tinham somente duas asas, estes somente voavam por sobre e ao redor do trono do Eterno, cantando louvores celestiais e glorificando o nome do Criador, a função deles era somente essa, jamais poderiam sair de perto do Eterno Criador, e Lúcifer era o líder deles também, era uma espécie de copeiro do Rei, sempre ao seu lado.
Enfim, cada um cuidava de sua área, e todos juntos cuidavam do reino, mas a área mais visada era justamente a área da luz, e Lúcifer era o encarregado de proteger essa área, considerada o ponto mais visado pelas trevas, mas os habitantes das trevas, também sabiam que esta área era super bem protegida por todos os líderes, tanto Miguel e seu exército, como o próprio Lúcifer, mas este tinha um ponto fraco, era muito belo, mas nunca havia atentado para esse fato, pois tinha como exemplo de beleza o seu Criador, e isso bastava para todos.
Mas os poderes das trevas, em uma de suas investidas contra o reino, conseguiu entrar em sua mente, não encontrando resistência, e comparou a sua beleza a do Criador e disse que ele poderia ser rei se quisesse, pois no reino já estava, e beleza também tinha, e aí tudo mudou, ouviu aquelas palavras de forma diferente de outras coisas que já ouvira, aquelas palavras acordaram nele um sentimento que não sabia que tinha dentro de si, a soberba, e passou a pensar sobre o que aquela voz estranha falou ao seu ouvido, e que penetrou em seu coração.
Porém Lúcifer, cujo significado é luz, que recebeu um nome que o faria lembrar qual a sua finalidade naquele reino, habitante deste reino, e criado por seu Rei para servi-lo, e que fazia parte do escalão de comando dos guerreiros do Criador, pois fora colocado como o principal líder da guarda real e era muito belo de aparência, somente o Eterno tinha beleza maior, um dia se deixou levar por sua vaidade, pois percebeu que era mais belo que seus companheiros e se viu como um Ulhim, e desejou o que não poderia ter, o lugar do seu Criador, e alimentou esse desejo no coração…
Essa história e muitas outras se encontra no livro Alfa e Ômega, 6000 anos, o que não te contaram da Criação até Apocalipse.
